É possível nos livrarmos do sofrimento?

Quem não quer ser feliz? Até os loucos querem…

Nestes “slides”, preparados para uma palestra com o título desta postagem, abordo a questão da felicidade com o seguinte encaminhamento:

  • para o Cristianismo, a proposta da felicidade parece estar mais focada na vida futura do que na vida na Terra;
  • para o Budismo, a felicidade é um tema central e seus ensinos e práticas abordam explicitamente a questão do sofrimento e como superá-lo;
  • para o Espiritismo, a felicidade (ou infelicidade atual) está estreitamente vinculada ao nosso passado (herança de vidas passadas), que se expressa na nossa herança genética e no meio ambiente no qual nascemos, crescemos e vivemos, mas também como fruto no nosso livre arbítrio. Segundo O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, na questão de nº. 920 podemos “ser tão feliz quanto possível na Terra”. Haveria, ainda segundo os Espíritos, “alguma soma de felicidade comum a todos os homens?”. A resposta é SIM: “Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro.” (Questão 922);
  • na sequência, mostro como a Psicologia Hedônica tem contribuído para entendermos melhor através de pesquisas:
    (i) O que torna nossas experiências e nossas vidas agradáveis ou não?
    (ii)  Como entender os sentimentos de prazer e dor, de interesse e tédio, de alegria e de tristeza, e de satisfação e insatisfação?
    (iii) Como toda a gama de circunstâncias, do biológico ao social, podem levar ao sofrimento ou à satisfação?
  • mas, como quantificar a felicidade? Então, mostro os principais pontos da metodologia empregada;
  • para finalizar, apresento um resumo dos resultados frutos de diversas pesquisas abordando a questão: “o que nos torna felizes?”

Baixe neste link a apresentação no formato pdf.

Em toda a apresentação ressalto os pontos em comum das diversas visões com o posicionamento da Doutrina Espírita, com o objetivo de mostrar que apesar de ter sido codificada por Allan Kardec no século XIX, seus princípios estão de acordo com os desenvolvimentos recentes, o que distingue o Espiritismo das religiões clássicas, já que este tem um formato aberto e disposto a dialogar com todas as áreas do conhecimento humano, afinal, para que serviria uma filosofia moral (religião) que ficasse desconectada do que se passa em torno no mundo real?

Sobre Adilson J. de Assis

Professor e pesquisador na Faculdade de Engenharia Química, Universidade Federal de Uberlândia. Interesses: História da Ciência e da Tecnologia; Filosofia da Ciência e da Tecnologia; Ciência e espiritualidade; Novas metodologias no ensino de engenharia.
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